06 Julho 2022
06 Julho 2022
Um estudo publicado hoje (6 de Julho) na revista Nature, revela como uma área do cérebro nos impede de agirmos precipitadamente. "Descobrimos uma área do cérebro responsável por desencadear a ação e outra por suprimir esse impulso. E, além disso, conseguimos também provocar comportamentos impulsivos mediante a manipulação de neurónios nessas áreas", afirmou o autor sénior do estudo, Joe Paton, Diretor do Programa de Neurociência do Champalimaud Research, em Portugal.
06 Julho 2022
Para além de Raquel Oliveira e Carlos Ribeiro, que conduzem a sua investigação no Instituto Gulbenkian de Ciência e na Fundação Champalimaud, respetivamente, 56 outros Membros da EMBO foram eleitos este ano, pertencendo a 15 diferentes Estados-Membro da Conferência Europeia de Biologia Molecular (EMBC), instrumento intergovernamental de financiamento da EMBO.
30 Junho 2022
Sobre a bancada repousa uma parcela de intestino – aberto para se ter acesso à sua mucosa interior –, removido há instantes do abdómen de um doente com cancro do cólon. Um técnico pega num cabo de fibra óptica e começa a “varrer”, pairando por cima do espécime sem lhe tocar, a superfície deste com a ponta da fibra óptica. Nas zonas “varridas” pelo instrumento vão surgindo manchas de diversas cores, tal e qual como se o tecido estivesse a ser “pintado” pelo feixe laser que sai da fibra óptica.
24 Junho 2022
O projecto BALANCE, do laboratório Cancro e Biologia de Células Estaminais do Champalimaud Research, incidirá sobre o meduloblastoma, um dos tumores cerebrais malignos mais comuns nas crianças e pretende “descobrir até que ponto o cérebro em desenvolvimento é plástico e capaz de compensar as perturbações causadas pela formação de um tumor, mantendo o seu desenvolvimento e a função normais”, como referem as responsáveis pelo estudo.
21 Junho 2022
Um estudo realizado pela equipa da hematologista Cristina João, que dirige o Grupo de Investigação do Mieloma e do Linfoma do Centro Champalimaud, sugere que poderá ser possível, num futuro próximo, diagnosticar e monitorizar a progressão do mieloma múltiplo (MM) a partir de uma simples amostra de sangue. Os resultados foram publicados hoje (21 de junho) na revista Frontiers in Oncology.