28 Novembro 2025

Rui Costa reforça Conselho de Administração da Fundação Champalimaud

Para Leonor Beleza, a chegada de Rui Costa ao Conselho de Administração representa um contributo inestimável para a evolução do projeto científico e clínico da Fundação, nas áreas do cancro e das neurociências. Na sua declaração sublinha: “A visão estratégica e o percurso notável do professor Rui Costa reforçam a nossa capacidade de gerar conhecimento e transformá-lo em benefícios reais para os doentes e para a sociedade. É também uma aposta no futuro e na perenidade da nossa visão e ambição.”

28 Novembro 2025

Prémios Pfizer 2025 distinguem dois investigadores da Fundação Champalimaud

Medicina personalizada para o cancro colorretal

Na categoria de Investigação Clínica, o prémio foi atribuído a Rita Fior, líder do Grupo de Desenvolvimento do Cancro e Evasão do Sistema Imunitário Inato, pelo estudo “O teste zAvatar prevê a resposta clínica do tratamento em doentes com cancro colorretal: um estudo co-clínico que abre caminho à medicina personalizada”. Bruna Costa, investigadora pós-doutorada, é a primeira autora do trabalho agora reconhecido.

Rui Costa

Fighting for the Future

No dia 13 de março de 2026, a Fundação Champalimaud irá acolher o Simpósio "Lung Cancer Fight Club - 3rd Round", um encontro multidisciplinar que reunirá cientistas e médicos de renome para debater estratégias de vanguarda para a gestão do cancro do pulmão.

O simpósio deste ano proporcionará uma plataforma para a partilha de conhecimentos em cirurgia, radioterapia, pneumologia de intervenção, genética, nutrição, atividade física, saúde mental e tecnologias aplicadas à oncologia.
 

 

Programa

 

25 Novembro 2025

Raízes locais, alcance global

Antes de haver um edifício junto ao rio, antes de existirem retiros e laboratórios cheios de vida, havia apenas uma ideia e um punhado de conversas que começaram entre Lisboa, Boston e Nova Iorque.

25 Novembro 2025

Da escola ao impacto global: uma viagem internacional

Quando Tiago Santos percorreu pela primeira vez os corredores envidraçados da Fundação Champalimaud (FC), em 2014, já contava com dois anos de experiência em enfermagem, mas nenhuma em urologia ou oncologia. “No fundo, pode dizer-se que comecei aqui um novo capítulo da minha carreira”, admite com um sorriso tímido. De facto, entrar numa unidade quase vazia, sem orientadores de referência, protocolos ou precedentes, faria muita gente recuar. Mas o Tiago não. Para ele, o vazio era um convite: uma tela em branco onde podia pintar o futuro da enfermagem urológica na Fundação Champalimaud.

20 Novembro 2025

Uma cabeça para muitos chapéus

Quando entrevistei o Albino J. Oliveira-Maia, falámos dos desafios e das lições que moldaram a sua carreira. O que mais me marcou foi a capacidade de navegar caminhos diferentes em simultâneo e de criar espaço para continuar a fazê-lo. Ao escrever isto, espero partilhar essa coragem com quem hoje se pergunta que caminho seguir.

20 Novembro 2025

Acreditar para tornar real

Quando Marta Moita ouviu pela primeira vez rumores sobre um programa de neurociência a ganhar forma em Lisboa, a sua primeira reação foi de incredulidade. “Simplesmente não me parecia possível”, recorda. Era uma jovem investigadora principal (PI) que tinha regressado a Portugal depois de vários anos no estrangeiro, porque a neurociência comportamental (a sua paixão) simplesmente não existia cá.

18 Novembro 2025

De portas abertas além fronteiras

Quando, há 15 anos, Diego Carrasco aterrava em Lisboa pela primeira vez, a cidade parecia uma aguarela: telhados terracota a brilhar sobre o rio Tejo. “Lembro-me de ver os telhados do avião”, diz. “Era tão romântico. Pensei: esta cidade é tão antiga e, ao mesmo tempo, tão nova”.
Estávamos em 2010 e Carrasco, um jovem médico colombiano, tinha sido selecionado ao abrigo de um programa governamental que convidava médicos latino-americanos a trabalhar na Europa. “Senti-me bem-vindo desde o início, porque foi o próprio governo que me abriu as portas”.

18 Novembro 2025

Uma comunidade que te ajuda a avançar

Quando decidimos incluir o tema “acolher internacionais”, o nome do Mert Erginkaya foi um dos primeiros que me veio à cabeça. O Mert é um amigo próximo há mais de seis anos e senti sempre que representava o melhor da comunidade na Fundação Champalimaud (FC). Este texto é sobre a sua história e, de certa forma, também um pouco sobre a minha, porque tive a sorte de fazer parte da jornada do Mert na FC.

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